Fechar [X]

Bienal 2016

Obra/skatepark em Vassiviere (França) False

Por CempocentoSKATE

Curtir

22/07/2016

Nascida em 1967 na Coréia do Sul, a artista Koo Jeong-A trabalha desde a década de 90 reinventando espaços e paisagens através de esculturas, poesia, instalações e arquitetura. Koo tornou-se conhecida por criar um banks fosforescente, cuja tinta é “carregada” com a luz do dia para brilhar durante a noite. A obra, chamada “Otro”, foi construída em Vassivière Island, França, e foi concluída em 2012. Mais tarde, a inglesa Liverpool também recebeu algo parecido, em 2015.

Convidada para a 32º Bienal de Arte de São Paulo, chamada “Incerteza Viva”, a artista vai recriar no Parque do Ibirapuera seu skatepark brilhante. A obra será provisória (estará ativa de setembro a dezembro de 2016). Conversamos com ela sobre arte, skate e o papel do artista na sociedade:


Qual é  sua ideia para a Bienal de São Paulo? O que gostaria de ver acontecendo aqui?

Quero fazer algo que traga pra São Paulo uma nova dinâmica, quero ver eventos diferentes dos que foram vistos nos últimos anos. É minha quarta vez aqui no Brasil.

Como os artistas podem melhorar a vida das pessoas?

Acredito que os artistas podem dar lições diferentes uma troca de ideias e experiências de uma maneira inovadora, estabelecendo um diálogo com a sociedade e motivando-a a ver as coisas por outros ângulo. Mostrar, através da arte, novos caminhos pra crescer e evoluir.

Você é uma artista multimídia. Como lida com a relação forma/conteúdo?

Forma e o conteúdo se relacionam com as ideias e conceitos. É importante conhecer quem é o receptor da mensagem. Antes de iniciar qualquer obra, visito os lugares, falo sobre a sociededade, arte e cultura do local, no que as pessoas acreditam, o que as motiva. E a partir daí começo a tornar o trabalho artístico algo concreto.

Como o skate se tornou parte do seu trabalho?

Antes de desenhar e projetar o primeira obra skatável, falei com muitos garotos, quis saber o que o skate representava pra eles. Quis encontrar a melhor forma de mudar a paisagem, fazer algo que fosse para toda a comunidade. E é bom saber que os banks/esculturas, tanto de Vassiviere (2012) quanto o do Liverpool (2015) tem sido usado por tanta gente diversa, com idades, profissões, habilidades diferentes, mas todos fazendo uso do espaço.

Mais em koojeonga.com

Para mais sobre o trabalho de Koo Jeong e a Bienal de São Paulo, clique aqui

 

 
Notícias relacionadas
Mais notícias

Para acessar com a sua conta do Facebook, é necessário que você esteja cadastrado no site.

Já sou Cadastrado! Cadastre-se

Para acessar com a sua conta do Twitter, é necessário que você esteja cadastrado no site.

Já sou Cadastrado! Cadastre-se