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Paul Rodriguez e o WAB

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Por Cemporcentoskate

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04/09/2015

 

 

Paul Rodriguez, um dos maiores nomes do skate mundial, é, também, o principal narrador do We Are Blood, além de manobrar bastante no vídeo. Nesta entrevista ele fala sobre o filme, os desafios de lidar com uma carreira cheia de compromissos comerciais e Tiago Lemos.

 

Sendo um dos skatistas mais famosos do mundo e o principal narrador de “We Are Blood”, explique como surgiu a ideia.
Ty Evans trouxe a ideia/conceito, e a Mountain Dew, através da Green Label Films, nos ajudou a criar este filme, do qual muito me orgulho.

Quais foram os pontos altos das filmagens? Em quais lugares mais se divertiu?
Me diverti bastante em Barcelona, e foi muito empolgante estar em Dubai pela primeira vez.

Você tem falado bastante sobre o Tiago Lemos e ele acabou se tornando um dos principais skatistas do filme. Como isso aconteceu? Tem alguma participação específica dele no filme que chama sua atenção?
Tiago viajou conosco e eu não o conhecia, e ele simplesmente destruiu. A partir daí, queríamos levá-lo em todas as viagens, porque ele era realmente muito produtivo. Gosto dele por ser rápido e ter um skate bastante poderoso. Sou fã de tudo que tem dele no filme. 

Você tem contato com muitos outros brasileiros, como Carlos Ribeiro (Primitive), Luan de Oliveira e outros skatistas do WAB. O quê vê em comum, em termos de estilo, entre eles?
O que mais gosto nesses caras é que eles são todos diferentes, com estilo próprio e maneira única de andar de skate. Eu gosto de diferentes estilos de skate.

E a mudança da Geração VHS para a Geração Instagram? Qual o papel do WAB nesse cenário?
A mudança é que hoje as pessoas assistem clips e vídeos rápidos. O conteúdo surge muito rápido atualmente, e nem sempre com boa qualidade. We Are Blood é, provavelmente, o último e, ao mesmo tempo, o primeiro de uma espécie. Filmes de skate, tanto os mais antigos quanto os mais novos, são quase sempre baseados no skate em si, e estamos mostrando que amamos o skate sob a nossa perspeciva, não apenas manobras. Queremos o público espantado com o skate, mas também com todos o orgulho e apreço que temos por ele.

Você trabalha com marcas “core” de skate, e outras grandes organizações, sem deixar de ser autêntico e sem perder a diversão de ser skatistas. Qual o tamanho desse desafio?
Quando você ama muito aquilo que faz, você não fica se preocupando em equilibrar as coisas. O mais importante pra mim é aproveitar e me divertir andando de skate, e fui abençoado nessa carreira. Tive oportunidades que das quais me arrependereia se não tivesse aproveitado. Enaqunto eu tiver tempo para andar de skate, estou bem. O mais importante pra mim é me manter focado. Enquanto estou andando de skate, não há com o quê se preocupar.
 

mais em weareblood.com

 
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