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Zion Skateboards em Rondônia

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Por Redação

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05/05/2016

No começo do mês de abril, a equipe de skatistas da Zion, composta por Homero Telles (proprietário da marca),  Fernando Vinicius, Junior Pig e Pablo Groll estiveram em Rondônia (RO) em busca de picos skatáveis. O resultado dessa viagem você confere em relato (Pablo e Homero), fotos e vídeo, logo abaixo:




Zion Skateboards em Rondônia



Fomos convidados pelo Junior Marcolino, da loja Regular Skateshop, para conhecer e fortalecer o skate em Porto Velho. No começo ficamos meio indecisos, pois não conhecíamos nada de Rondônia. Começamos a pesquisar e vimos que tinha uma galera que anda (bem) de skate e que havia um skatepark abandonada, com um projeto meio anos 90, e alguns picos de rua. Compramos as passagens para ficar uns quatro dias e fazer um tour relâmpago.

Saímos de SP na quinta-feira de madrugada e chegamos lá de manhã, quebrados da longa viagem. Sem pensar muito já saímos para andar de skate  e conhecer os picos da cidade, pois eram poucos dias e tínhamos que nos programar para que desse tudo certo.

Passamos por vários picos e um dos lugares que achamos faz parte da história de Porto Velho é a estrada de ferro Madeira Mamoré. Encontramos um galpão de manutenção dos trens, com várias opções para andar de skate: era só voltar a infância e arrumar as peças como se fossem um Lego gigante, com vagões e muitas máquinas.

Na sexta-feira já começamos logo cedo, para render algumas tricks no galpão. No  sábado queríamos dar um rolê de rua ainda de manhã e depois do almoço fazer uma sessão de autógrafos e conhecer a molecada na loja e de tarde uma Best Trick na pista local e infelizmente tínhamos pouco tempo pois voltaríamos para São Paulo no sábado mesmo, à noite. Era quase uma missão impossível por conta do pouco tempo.

Graças a Jah deu tudo certo mesmo com pouco tempo e muito calor na sexta-feira todos renderam uma no galpão e no sábado choveu logo cedo e o dia inteiro, mas mesmo assim entre uma brecha e outra da chuva conseguimos andar em alguns picos de rua, fazer os autógrafos na loja e a Best trick... foi muita sorte!

Nesse dia o Pablo Groll caiu num drop sinistro e abriu a mão inteira mas graças a Deus (e não aos hospitais locais que são bem  precários), hoje ele está bem. Aqui vai o relato do próprio: “no segundo dia vimos um drop gigante. Eu tinha que fazer! No último dia fomos lá, iríamos levar madeiras que dariam para fazer uma volta perfeita, mas elas não couberam no carro. Fomos mesmo assim, fizemos uma gambiarra com umas madeiras que encontramos no caminho, próximas ao local: eram três madeiras e a mais uma chapa de ferro com um trinco. Nem pensei na possibilidade de cair no trinco, apenas de o skate travar nele. Adrena a mil, subi e dropei de prima! Comemoramos e fui fazer mais um, pois queria andar sobre a grama a milhão! O skate desengatou logo na primeira madeira, voei de peito e fui escorregando...meus dedos da mão esquerda enroscaram no trinco da chapa de ferro! Muito sangue! Hospital Brasa style, 13 pontos... sorte estar com meus irmãos que me deram muita força ! Já se passaram dois meses e meu dedo ainda apresenta sequelas, skateboard life! Não me arrependo , me arrependeria se não tivesse dropado.”

Como sempre aprendemos mais uma: não viajar na correria poderia ser bem mais chilling. Gostaríamos de ter mais tempo para ficar em Porto Velho, pois a cidade é bem style e fomos muito bem recebidos. Queríamos conhecer mais.Valeu muito a experiência, ver que a cena do skate local é pequena mas verdadeira, e conhecer novas pessoas, lugares e culturas. Obrigado skateboard!!!  (Homero Telles)

Assista abaixo:

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